Coxim: Garis exigem melhorias de trabalho e conscientização da população

Publicado em 27/01/2012 às 17:36 - do Idest, Bruno Crippa - Em Cidades

Não é difícil notar lixo acumulado em frente das residências de Coxim, um dos motivos é a paralisação dos garis que aconteceu nessa sexta-feira (27), exigindo melhores condições de trabalho.

A causa disso é que os dois caminhões adequados para a coleta de lixo (compactador hidráulico) estão quebrados, e o serviço está sendo feito somente por caçambas que deixam o trabalhador em contato direto com o lixo, exposto a doenças.

Em coletiva de imprensa na manhã desta sexta-feira (27), a prefeita Dinalva Mourão (PMDB) disse que os caminhões já estão sendo consertados e que a partir de amanhã estarão prontos e funcionando normalmente.

Além disso, a prefeita citou que a maior reclamação dos garis é com o lixo dos moradores, “Reclamaram muito das pessoas que não acomodam os lixos da forma adequada, acumulam no quintal e após vários dias colocam na frente de casa, às vezes não estão nem em sacos plásticos, tambores pesados, entulho dentro dos lixos, galhos de árvores, tudo que não é lixo domiciliar os garis não tem a responsabilidade de recolher.”

“As pessoas exigem a coleta desse lixo, às vezes tratando mal os garis, essa é a maior reclamação, são cobrados por funções que não são deles, já passei para a assessoria sobre a produção de um informativo para enviar as residências, para fazer com que o cidadão cumpra sua parte”, completa a prefeita.

O secretário de Gestão, Cleiton Oliveira dos Santos ressaltou sobre o trabalho do município na questão dos resíduos sólidos de serviço de saúde, “O município no exercício de 2011 tratou de resolver primeiro a questão de resíduo sólido de serviço de saúde que era o maior problema desde 1998, quando foi adotada essa gestão, e foi iniciada a implantação de um aterro que até hoje não fundou.”

“A administração da prefeita Dinalva resgatou esse trabalho, e está trabalhando pra concluir, nesse primeiro momento resolvemos o problema do resíduo sólido de serviço de saúde, que era um grande problema, até pelo risco de infecção e também pela exigência de autoclavagem e incineração. O município contratou uma empresa que está coletando esse resíduo há três meses, os funcionários não tem contato com isso mais, e cada gerador é responsável pelo seu resíduo, como diz a lei”, completa o secretário de Gestão.