Mato Grosso do Sul, 20 de Maio de 2013

Mato Grosso do Sul terá associação de confinadores de gado de corte

da Redação | 30.05.2012 | 09h10 | Imprimir  

Será lançada na próxima sexta-feira (08), durante a abertura do simpósio Confinar 2012, em Campo Grande, a Associação dos Confinadores de Gado de Corte de Mato Grosso do Sul.

A assinatura do documento que institui a associação será feita pela Secretária de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo de Mato Grosso do Sul (Seprotur), Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, em solenidade que ocorrerá a partir das 8h no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo - Auditório Germano de Barros. Na sequência, a Secretária receberá, em nome da Associação, uma homenagem dos organizadores do Confinar 2012.

O lançamento da associação atende uma demanda atual da pecuária de corte do Estado. A degradação de pastagens e a concorrência com a agricultura de uma forma geral forçam o pecuarista a investir no aumento de seu desfrute e na intensificação da produtividade. “A Associação vem em um bom momento porque a pecuária do Estado passa por uma revisão, pela adoção de um novo modelo”, justifica Tereza Cristina.

“Há algum tempo, a chuva trabalhava bem para o clima do Mato Grosso do Sul, mas não é mais assim. Também não podemos mais olhar para o sistema como uma forma isolada, o confinamento deve-se somar a pecuária como um todo”, lembra a Secretária.

Além de tratar da organização da própria atividade, a ideia é fortalecer a imagem do confinamento como modelo de terminação de gado de corte. “Ao contrário de outros estados Mato Grosso do Sul não participava desse processo, porém, já há algum tempo os produtores vem desmistificando o confinamento e melhorando a produtividade da fazenda com a implantação desse modelo de terminação, que nada mais é que uma ferramenta de auxílio a àqueles que pretendem incrementar os resultados da propriedade”, esclarece a Secretária Tereza Cristina ao convidar: “todo mundo que tenha confinamento ou que use confinamento terceirizado (boitel e/ou parceria) poderá participar.

Em grupo podemos conseguir grandes avanços em modelos de contrato, como acontece, por exemplo, na agricultura, e assim padronizar nosso sistema de terminação”, ressalta ela. (fonte: idest.com.br)


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