Hospital do Câncer na Capital recebe doação de 870 litros de leite

Publicado em 23/05/2013 às 16:48 - da Redação - Em Variedade

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(Divulgação)
A Rede Feminina de Combate ao Câncer, instituição que atende o Hospital do Câncer Alfredo Abrão em Campo Grande, recebeu uma doação de 870 litros de leite, feita pela Fundação Manoel de Barros, a Universidade Anhanguera-Uniderp e o DCE Anhanguera-Uniderp. A doação teve como objetivo o de ajudar no tratamento de pacientes com câncer.

A doação foi realizada por meio da II Campanha “Doe Longa Vida”, onde as 500 primeiras pessoas que doaram três caixas de leite longa vida integral ganharam um convite para o cinema, como forma de agradecimento a doação.

“Sabemos das dificuldades enfrentadas pela Rede Feminina de Combate ao Câncer em arrecadar os leites para os pacientes. Por isso, decidimos ajudar novamente a melhorar a qualidade de vida destas pessoas. Nossa parceria com o DCE serve para desenvolver a mentalidade solidária nos acadêmicos, visto que eles estão em formação, e serão os líderes de amanhã”, explica o diretor da FMB, Marcos Henrique Marques.

A Rede Feminina de Combate ao Câncer é uma entidade beneficente sem fins lucrativos, mantida pela Fundação Carmen Prudente de Mato Grosso do Sul, de Utilidade Pública, Municipal, Estadual e Federal, com sua sede junto ao Hospital do Câncer Professora Doutor Alfredo Abrão. É formada por uma equipe de 40 voluntárias que trabalham em prol da prevenção e do tratamento de pacientes com câncer.

Conforme a Diretora da Rede Feminina de Combate ao Câncer, Rosangela Ferreira Monteiro, a Rede é mantida por meio de doações e trabalhos realizados por suas voluntárias, como bingos, rifas, bazares, jantares e almoços beneficentes.

“Essa campanha tem nos ajudado muito. No ano passado conseguiram doar 670 litros e neste ano foi maior a doação, o que vai nos ajudar ainda mais. Estamos muito agradecidos a todos que colaboraram com a campanha, porque ajudamos a manter a cozinha do Hospital do Câncer, repassando doações de leites e alimentos não perecíveis para uso diário dos pacientes, onde o consumo de leite é grande, tanto para os pacientes internados, quanto para os pacientes em tratamento de quimioterapia, que utilizam o leite em sua dieta. Alguns necessitam de alimentação pastosa, e do uso de leite para tomar medicações”, revela Rosangela.